Vencedores do Prêmio Grande Otelo 2026

Prêmio Grande Otelo 2026, considerado o Oscar do cinema brasileiro, anunciou nesta terça-feira (04 de Agosto) os vencedores de sua 25a edição, em cerimônia realizada no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro. Reunindo artistas, cineastas e profissionais do audiovisual, a premiação celebrou os principais destaques cinematográficos do último ano.

O grande destaque da noite foi o empate inédito na categoria Melhor Longa-Metragem entre “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, e “Manas”, dirigido por Marianna Brennand, estrelado por Dira Paes, produção: Carolina Benevides e Marianna Brennand por Inquietude; Beto Gauss e Francesco Civita por Pródigo. “Manas” conquistou ainda outros prêmios: Montagem de Ficção, Roteiro Original, Melhor Atriz Coadjuvante (Dira Paes) e Melhor Direção. Já “O Agente Secreto”, que liderava a premiação com 18 indicações, recebeu os troféus de Direção de Fotografia, Direção de Arte e EfeitosVisuais.

O maior vencedor da noite foi a cinebiografia de Ney Matogrosso, Homem com H, dirigida por Esmir Filho, produção de Marcio Fraccaroli, Andre Fraccaroli e Veronica Stumpf por Paris Produções Cinematográficas, que conquistou seis troféus: Melhor Filme pelo Voto Popular, Figurino, Maquiagem, Som, Trilha Sonora e Melhor Ator, para Jesuíta Barbosa.

Diversas empresas associadas à BRAVI foram premiadas nesta edição:

  • Melhor Longa-Metragem de Comédia – Velhos Bandidos, de Claudio Torres (Paris Filmese Conspiração).
  • Melhor Longa-Metragem Documentário – Apocalipse nos Trópicos, de Petra Costa (produção: Busca Vida Filmes, Peri Productions e Impact Partners; distribuição: Netflix e O2 Filmes).
  • Melhor Longa-Metragem Infantil – O Diário de Pilar na Amazônia, de Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put (produção: Juliana Capelini e Renata Brandão, Conspiração).
  • Melhor Longa-Metragem de Animação – Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul, de Alê Camargo e Jordan Nugem (Paris Filmes).
  • Melhor Primeira Direção de Longa-Metragem – Rafaela Camelo, por A Natureza das Coisas Invisíveis (produção: Moveo Filmes e Pinda Producciones; distribuição: Vitrine Filmes).
  • Melhor Série Brasileira de Documentário para TV Aberta, TV Paga ou Streaming – Caçador de Marajás (1ª temporada), produzida pela Boutique Filmese Waking Up Films.
  • Melhor Série Brasileira de Animação para TV Aberta, TV Paga ou Streaming – Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma (3ª temporada), produzida pela 44 Toons.

Realizada anualmente pela Academia Brasileira de Cinema, a cerimônia reafirma a relevância do Prêmio Grande Otelo como inestimável reconhecimento da produção audiovisual nacional.

A BRAVI parabeniza todas as empresas, profissionais e obras premiadas. Os resultados desta edição reforçam a qualidade, a diversidade e o excelente momento vivido pela produção independente brasileira.

Confira a lista completa dos vencedores no site da Academia Brasileira de Cinema (https://academiabrasileiradecinema.com.br/).

 

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