Morre o cineasta Silvio Da-Rin

Morreu nesta quinta-feira (29/1), aos 77 anos, o cineasta carioca Silvio Da-Rin.

Silvio construiu uma trajetória sólida e diversa no audiovisual brasileiro, atuando como diretor, documentarista e técnico de som. Foi presidente da Federação de Cineclubes e iniciou sua carreira como diretor com o curta-metragem Fênix (1980), que aborda a ditadura militar a partir de depoimentos de figuras centrais da cultura brasileira, como Zé Celso, Cacá Diegues, Caetano Veloso e Norma Bengell.

Dirigiu também o curta Príncipe do Fogo (1984), sobre o assassino Febrônio Índio do Brasil, premiado no Festival de Gramado. Ao longo de sua carreira, participou de importantes produções do cinema nacional, entre elas Pequeno Dicionário Amoroso (1997), de Sandra Werneck; Amores (1998), de Domingos Oliveira; Mauá – O Imperador e o Rei (1999), de Sergio Rezende; Villa-Lobos, uma Vida de Paixão (2000), de Zelito Viana; Quase Dois Irmãos (2004), de Lúcia Murat; e Achados e Perdidos (2005), de José Joffily, entre outras.

Em 2007, Silvio Da-Rin assumiu o cargo de secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura, durante a gestão do então ministro Gilberto Gil, contribuindo diretamente para a formulação e o fortalecimento de políticas públicas para o setor.

A BRAVI lamenta profundamente essa perda e se solidariza com familiares, amigos e com toda a comunidade audiovisual brasileira.

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